Grupos de trabalho

temasgts

Campanhas e projetos temáticos

reunionli

Reuniões online

rededes

Engajamento à nível nacional

confinte

Participação internacional

5 temas

Nós temos GTs em 5 áreas temáticas. Cada grupo tem seus objetivos, coordenadores e atividades, mas sempre buscamos criar projetos que unem dois ou mais temas!

BIODIVERSIDADE

Falar de biodiversidade é falar de toda a variabilidade de vida, seja ela entre espécies, genes ou ecossistemas. É a combinação das diferentes formas de vida e a interação entre elas que sustenta a vida na Terra. A Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB), assinada no Rio em 1992, tem como objetivo promover a conservação e o uso sustentável da biodiversidade, bem como a repartição justa e equitativa dos benefícios de seu uso. Ou seja, a Convenção vai além de plantas e animais. Ela abrange tópicos como segurança alimentar, medicamentos, desenvolvimento sustentável e justiça. A CDB conta com instrumentos que buscam implementar os seus objetivos, com destaque aos seus Protocolos. Por exemplo, o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança trata de transgênicos e estabelece regras para a proteção da biodiversidade e da saúde humana. Já o Protocolo de Nagoya é fundamental para assegurar os direitos fundamentais dos povos indígenas e das comunidades tradicionais. Nesse GT, nós temos a meta de engajar a juventude brasileira nesses tópicos tão relevantes para o nosso país, realizar ações de sensibilização sobre o valor intrínseco de nossa biodiversidade, participar ativamente dos espaços de discussão que tratam da temática e nos preparar para a próxima COP/CDB, que ocorrerá em 2018, no Egito.

CIDADES

Depois da Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável, a Habitat III, que aconteceu em 2016 na cidade de Quito, Equador, os governos de 192 países se comprometeram com a implementação da Nova Agenda Urbana pelos próximos 20 anos. A grande força desse documento está em seu caráter de guia para a formulação, revisão e execução de políticas públicas de desenvolvimento urbano sustentável. Reconhecendo as cidades como atores e espaços fundamentais onde a luta pelo desenvolvimento sustentável será ganha (ou perdida), o sucesso da Nova Agenda Urbana depende da mobilização não só dos governos em seus diversos níveis (nacional, estaduais e municipais), mas também de atores da sociedade civil e academia, por exemplo. Durante os últimos anos, através do GT Habitat (criado em 2015), estivemos diretamente envolvidos nas discussões que levaram à elaboração da Nova Agenda Urbana e mostramos como a juventude organizada pode ser decisiva para a construção de cidades mais justas. Agora é o momento de dar continuidade a essa esforço. Vamos juntos?

CLIMA

Estamos vivendo o período mais quente na história recente do nosso planeta e ainda assim alguns governos avançam timidamente (quando não retrocedem) na agenda climática. O Acordo de Paris, recentemente validado, já corre o sério risco de não ser o suficiente para impedir o aquecimento médio do planeta em 2º C em relação à níveis pré-industriais. Se falta ambição para os países nas conferências internacionais, os jovens estão aí para cobrar os compromissos acordados. O Grupo de Trabalho do Engajamundo sobre Clima atua desde 2013 em todas as regiões do país buscando saídas para a crise climática e colocando o jovem brasileiro como protagonista da solução. De lá pra cá, nossos engajadinhos já marcaram presença em 4 Conferências das Partes (COPs 19, 20, 21, 22) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), além de promover formações com jovens em todas as regiões do país, ocupar os espaços deliberativos sobre clima em todas as escalas de poder e produzir e multiplicar conteúdo sobre o tema. Em preparação para a COP 23, o objetivo do GT agora é pressionar em todas as escalas a implementação da agenda do Acordo de Paris e inspirar cada vez mais jovens a se unir ao movimento global pela justiça climática.

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Entre 2000 e 2015, os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) guiaram e inspiraram ações globais focadas em solucionar os problemas sociais, econômicos e ambientais mais urgentes do começo do século XXI. Com o final do prazo dos ODM, foi realizada uma importante avaliação dos méritos e falhas dessa agenda, momento em que tivemos a oportunidade de reivindicar a criação de uma agenda de desenvolvimento mais ambiciosa, mais transformadora e que atendesse às demandas dos jovens do Brasil e do mundo. Durante os Debates sobre a Agenda Pós-2015, o Engaja contribuiu nos processos de consulta à sociedade civil para a construção da nova agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que será implementada entre 2015 e 2030. Fizemos parte da Coalizão de Jovens Brasileiros pelo Pós-2015 e de alguns Núcleos Estaduais do Movimento Nós Podemos. Também trabalhamos junto com outras organizações para a execução de campanhas globais de disseminação dos ODS no Brasil e para facilitar consultas e realizar formações com jovens brasileiros nesta temática. Atualmente, acompanhamos os processos de incidência, implementação e monitoramento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, buscando engajar a juventude, contribuir e pressionar para que essa importante agenda de desenvolvimento e de direitos se torne realidade em nossos territórios, “sem deixar ninguém para trás”.

GÊNERO

O debate sobre gênero enfrenta por si só, inúmeros desafios no que diz respeito à adesão do mesmo na sociedade. Discutir sobre os lugares de poder e privilégios dos homens, levantar debates sobre como o machismo e o patriarcado são alicerces para inúmeras violências e ilustrar que todos e todas sofrem com a perpetuação dessas discriminações, é primordial para conseguirmos construir uma sociedade justa e equitativa. Através do engajamento de jovens na promoção dessas discussões, buscamos ampliar o nosso alcance e conscientizar o máximo de pessoas possíveis no que diz respeito à promoção da equidade de gênero. Temos como referência a Comissão sobre o Status da Mulher (CSW), que acontece todos os anos em Nova Iorque, sendo um espaço importante de diálogo e incidência, no qual já estivemos presentes duas vezes, em 2014 e 2016.

Núcleos locais

engajlocal

Atividades mão-na-massa

maomassa

Ativismo e participação local

pressaogov

Impacto na cidade e região

23 Núcleos Locais

Hoje temos NLs em 18 estados brasileiros! Os articuladores de cada núcleo organizam atividades de acordo com os seus gostos e interesses. Por isso, alguns NLs focam a sua atuação em uma ou duas das nossas áreas temáticas – e acabam trabalhando bem próximo de um GT ou de outro.

QUER SABER O QUE JÁ FIZEMOS?

Hoje a nossa rede tem mais de 1800 jovens espalhados por 24 Núcleos Locais ao redor do Brasil! Já fizemos formações nas cinco regiões do país, impactando mais de 3500 jovens em contextos tão distintos como universitários das grandes capitais e jovens de aldeias indígenas. Contamos com a colaboração de 180 voluntários e já levamos 16 delegações para conferências relacionadas à todos os nossos 5 grupos de trabalho.

Conta aí

Tá com dúvida? Pode mandar um email pra gente!

Not readable? Change text. captcha txt

Start typing and press Enter to search